No primeiro aumento, em 2009, quando o preço bateu a casa dos R$ 2, as
declarações vindas da administração municipal apontavam para um cenário
parecido com o que se ajusta nos dias atuais. No mês de junho daquele
ano, a prefeita anunciou que não permitiria o aumento e o natalense
pagaria R$ 1,85 por tempo indeterminado. O que durou apenas até o dia 6
de setembro, quando o preço pulou para R$ 2,00, por meio de decreto
assinado pelo ex-secretário de mobilidade urbana Kelps Lima.
Antes de chegar ao atual preço, Natal ainda viu a possibilidade de um
aumento de 15% - o que faria o preço alcançar R$ 2,30 - acontecer por
duas vezes, em novembro de 2010 e janeiro de 2011. No primeiro caso, o
decreto chegou a ser assinado pelo prefeito em exercício da ocasião,
Dickson Nasser, e pelo secretário de mobilidade urbana de Natal, Renato
Fernandes, mas foi cancelado de última hora e não chegou a ser publicado
no Diário Oficial do Município. O caso terminou derrubando Renato
Fernandes do cargo.
Meses após, estava previsto mais um aumento, como era acordado no TAC,
que levaria a passagem para o mesmo patamar do decreto não publicado. O
aumento, confirmado no dia 21 de janeiro de 2011 através de decreto
assinado pelo então secretário de mobilidade Marco Antônio dos Santos
Silva, foi menor do que o esperado, mas mesmo assim pegou de surpresa a
população que desde então, há pouco menos de um ano, paga R$ 2,20 pela
passagem de transporte coletivo urbano.
Fonte: Diário de Natal
Fonte: Diário de Natal

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