Mais da metade dos passageiros de
ônibus tem a tarifa da passagem subsidiada. De acordo com o Sindicato
dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Mossoró (SINTROM), esse
público chega a mais de 50% dos usuários de ônibus.
Distribuindo, os estudantes são a
maior fatia, representando mais de 30% dos usuários. O problema desse
público, para os empresários, é porque a tarifa é apenas a metade. Já os
idosos e deficientes físicos correspondem a 24% do total. A diferença,
nesse caso, é porque a média em outras cidades não ultrapassa os 10%.
“Quando o legislador aprova que
um público específico seja subsidiado, ele esquece que alguém vai pagar a
conta”, questiona Eldo Laranjeira, responsável por uma das empresas que
circula na cidade. De acordo com ele, o valor compensatório para essas
passagens com desconto ou gratuitas recai no preço da tarifa de ônibus,
por isso o preço cobrado atualmente.
De acordo com o Sindicato, é
preciso também trocar a frota dos veículos que circulam na cidade.
Medeiros pondera que, embora os carros não possam ter mais de 10 anos,
conforme exigências da Prefeitura, é preciso que aumente a vigilância
quanto à qualidade dos transportes.
As reclamações são de todos os
tipos. Na parada de ônibus localizada no Centro da cidade, a usuária do
serviço nos reclamou quanto a pouca quantidade de ônibus que circulam
pelo bairro Sumaré. Segundo ela, são apenas dois para atender a toda
comunidade. Faltam ônibus ainda nos conjuntos Geraldo Melo (Zona Leste) e
no Alto da Pelonha (Zona Leste).
Fonte: Jornal de Fato

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